Trabalhadores do frio e da carne exigem 37,64%

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Trabalhadores do frio e da carne exigem 37,64% 1

Em campanha salarial dos trabalhadores em frigoríficos, os patrões chamaram o Sindicato dos trabalhadores nas Indústrias de Carne, Derivados e do Frio no Estado de São Paulo, somente no dia 8 de novembro.

As perdas dos trabalhadores em frigoríficos têm perdas acumuladas desde o plano Collor-Bresser, além de exigir aumento real de 20% e também a inflação, não a apresentada pelo governo, mas a que é sentida no bolso dos trabalhadores, tais como:

O índice que o conjunto dos trabalhadores e seus familiares sentem no bolso

1 – Botijão de gás – valor em novembro aumento de 14% durante o ano;
2 – Gasolina – é reajustada todo o mês, o reajuste de 2017 está na casa dos 20%;
3 – Carne bovina, aves e suínas, ambas tiveram elevação de preço superior a dois dígitos;
4 – Cebola, tomate, batata inglesa, todos esses produtos, também tiveram reajuste acima de 10%, em média;
5 – Tarifa de energia elétrica, mais de 20% de reajuste, etc.
Não adianta os patrões virem com a tradicional choradeira, os trabalhadores sabem o quanto estão produzindo, por isso exigem:
Salario mínimo vital de R$ 4.000,00;
– 37,64%, reposição de todas as perdas salariais, desde o plano Bresser e plano Collor;
– Plano de saúde gratuito para todos os trabalhadores e seus dependentes, em todas as fábricas.
– 35 horas semanais sem redução nos salários
– Cesta básica de 45 kgs para todos os trabalhadores.

Dia 21 de novembro haverá reunião com os patrões, os trabalhadores não estão nada satisfeitos e estão se organizando para dar uma resposta à enrolação dos patrões.

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