Direitos e salários dos professores da rede privada em jogo

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Direitos e salários dos professores da rede privada em jogo

Os professores da rede privada de São Paulo na educação básica, onde se incluem os professores da Rede Sesi, maior rede privada no ensino fundamental e médio do País, já terão um duro enfrentamento com os capitalistas da educação privada a partir de fevereiro de 2018, quando as atuais convenções coletivas deixam de valer e entra em pauta a nova campanha salarial destas categorias.

Os professores de educação básica terão todas as 64 cláusulas econômicas e sociais de seus acordos coletivos renegociados. Na próxima campanha salarial tudo estará em jogo, desde o reajuste, passando por outros interesses vitais da categoria como: piso salarial, férias coletivas de 30 dias corridos, recesso, bolsa de estudo, cesta básica, participação nos lucros, garantia semestral de salários, estabilidade a 24 meses da aposentadoria.

Os sanguessugas dos capitalistas da educação com a legislação golpista virão com tudo para flexibilizar todos os direitos dos trabalhadores propostos pela nova legislação trabalhista, de acordo com a nova lei dos golpistas, os professores também terão de decidir como os sindicatos serão mantidos.

Para iniciar o enfrentamento está marcada para o dia 25 de novembro, assembleias em todos os Sinpros do Estado de São Paulo, que terão por obrigação iniciar uma luta duríssima para manter os interesses de suas categorias, passando inclusive pela discussão de greve da categoria em todo Estado a partir de fevereiro.

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