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Soldado do Exército é perseguido e desligado após se assumir umbandista - Diário Causa Operária Online

Soldado do Exército é perseguido e desligado após se assumir umbandista

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No último dia 08/11, veio a público a denúncia de que um jovem militar foi perseguido, agredido e afastado do Exército por ser umbandista. O Exército negou ter praticado qualquer tipo de discriminação, no entanto, desligou o soldado durante o próprio tratamento que autorizou e concluiu que só fará a reintegração via decisão judicial.

Este não é o primeiro, nem será o último caso de intolerância religiosa e violação de direitos dentro das corporações militares, mas serve para explicar como a direita cristã está no aparato repressor do Estado. Há o caso do Sargento, pastor evangélico, que apontou uma arma para a cabeça de soldado praticante do candomblé ou o Superior Tribunal Militar que afastou militar homossexual do Exército.

Também ajudam a entender como as instituições religiosas, tal como o aparato repressor, são instrumentos da burguesia contra o povo, seja no Brasil atual, onde apoiaram o Golpe de Estado e a derrubada da ex-presidenta Dilma Rousseff, seja na Argentina dos anos 70 e 80, onde milhares de militantes, padres e sacerdotes contrários ao regime foram entregues ao regime militar para serem torturados e assassinados com a conivência da Igreja. 

O atual Papa Francisco (também conhecido como cardeal Jorge Mario Bergoglio) foi acusado por sobreviventes da ditadura de 1976-83 de estar entre os bispos que cooperaram com a ditadura) posa ao lado de PM’s do Estado de São Paulo.

Não por acaso, a medida que as contradições internas do Golpe de Estado no Brasil se aprofundaram, a aparição dos militares e a repressão também se tornaram mais frequentes (da crise dos presídios, passando pela intervenção no Espírito Santo, os exercícios militares na Amazônia, a entrega da base de Alcântara, a infiltração nos movimentos sociais para a prisão de militantes, etc).

Em maio deste ano, aproximadamente 150 mil trabalhadores e estudantes foram à Brasília contra o Golpe e suas reformas, mas diferente do que dizia parcela da esquerda quando usava o termo “Golpe Parlamentar”, ficou claro que o Golpe não era apenas parlamentar. O exército interveio para impedir a manifestação.

Em setembro as Forças Armadas invadiram a Rocinha e colocaram os moradores em estado de sítio sob o pretexto de “combater o tráfico”. A operação mobilizou cerca de 950 soldados, 9 veículos blindados e helicópteros da aeronáutica.

Assim sendo as Forças Armadas são o último instrumento da burguesia para garantia da ordem capitalista e o Estado brasileiro cada vez menos laico, nada de direito e todo de exceção, vai ficando claro que o regime “democrático burguês”, montado com o fim da ditadura, não é mais suficiente para a burguesia exercer sua dominação.

O trabalho de todos os militantes de esquerda, portanto, é esclarecer a população de que não podemos nos iludir com eleições incertas (e controladas pelos golpistas), ignorar os fatos colocados hoje e “torcer” para que o pior não aconteça.

É preciso explicar as contradições do momento atual de forma realista e dar a direção política correta, ou seja, a construção e massificação dos Comitês de Luta Contra o Golpe!    

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