Golpistas entregarão saúde para os tubarões capitalistas

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Em recente declaração, o ministro golpista da saúde, Ricardo Barros, mostrando toda a bestialidade da direita contra o povo, defendeu o aumento dos planos de saúde para idosos com mais de 60 anos, o que é hoje ilegal. O ministro golpista ainda defendeu que é necessário “avaliar” os casos de internação para ver se era mesmo necessária.

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Os planos de saúde tem dois tipos de reajuste, o anual e por idade. O estatuto dos idosos, porém, veta o reajuste por idade a partir dos 60 anos. Está em votação, no entanto um projeto que visa permitir reajuste por idade a partir dos 60 anos. Segundo o ministro golpista, um agente direto dos capitalistas do setor, os planos de saúde “assumem um risco antecipado por uma coisa incerta”, ou seja os planos de saúde correm o risco maior de ter de atender os pacientes conveniados a partir dos 60 anos, e por isso querem cobrar ainda mais e fazer de tudo logicamente para não atender ninguém.

Um dos serviços mais elementares para a população é a saúde, sobretudo a pública (SUS). Os golpistas tem levado adiante uma política de liquidação da saúde pública para, consequentemente, favorecer a privatização desta. O desmonte de um dos maiores sistemas de saúde pública do mundo. Seria uma abertura de mercado para o capital imperialista de 200 milhões de possíveis “consumidores”. Por outro lado deixará a população completamente nas mãos das empresas de planos de saúde, ávidas por lucro.

O plano de saúde, como conhecido, serve mais para impedir o atendimento médico do que para proporcioná-lo. Sem o SUS ficaria um campo aberto para que os planos de saúde cobrem da população preços ainda mais absurdo para ter um péssimo atendimento, quando muito.

A destruição de todos os programas de assistência social, da privatização de todos os bens e serviços públicos, sobretudo para o capital internacional, inclusive de áreas estratégicas para segurança e o desenvolvimento do país, constituem parte fundamental do programa econômico do imperialismo para os países atrasados. É o programa que os golpistas no Brasil querem impor à força, principalmente o setor da burguesia golpista diretamente ligado ao imperialismo.

É o que os direitistas chamam de Estado mínimo, sem explicar, naturalmente, o real significado, que dizer a eliminação de todos os direitos e conquistas da classe operária, um estado que garante de maneira mais eficaz à concentração da miséria das massas de uma lado e, de outro a toda a riqueza para uma minoria ínfima da população, e isso sob a base da repressão, único papel que os direitistas reconhecem como dever do Estado.

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