Carta “redigida” por Palocci foi claramente falsificada

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A carta redigida por Palocci denunciando Lula em esquema de quadrilha e recepção de propina apresentada pela operação Lava Jato e pelo juiz golpista, Sérgio Moro, o “Mussolini de Maringá”, foi falsificada indica estudos forenses.

A carta não apenas não é de autoria de Palocci, mas também é pessimamente redigida (escrita às pressas), compostas de ambigüidades políticas e de cunho de “senso comum” que não corresponde a formação política e social de Palocci.

Foi claramente redigida por jagunços da operação Lava Jato, digno das ditaduras em que a história já revelou, típico caso de um estado de exceção em que o país já presenciou e está prestes vivenciar novamente.

A carta falsificada foi escrita em computador, equipamento que Palocci não tem acesso desde quando foi preso; como no caso de José Dirceu que escreveu diversas cartas na cadeia em manuscrito, que o sistema carcerário e ditatorial não deixa ninguém ter acesso.

Palocci foi obrigado a assinar tal carta sem nem mesmo ter lido, pressionado, chantageado e ameaçado para incriminar o ex-presidente Lula e tentar desmoralizar o PT, como é objetivo da operação golpista do Imperialismo à Operação Lava Jato e seu lacaio Sérgio Moro.

Palocci sempre foi um oportunista conciliador, mas não um direitista e agente do imperialismo como a carta forjada quis mostrar.

O país está prestes a entrar em um regime ditatorial militar, deixando o Golpe de 64, em termos de devastação econômica, para trás. A retirada de direitos sociais e entrega do país de seus setores estratégicos está bem avançada em relação ao que aconteceu na ditadura militar.

A carta forjada de Palocci não passa de mais uma cartada de desespero dos golpistas para atacar Lula e o PT que são os entraves para que a política imperialista triunfe sem obstáculos.

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