Novamente o frigorífico Barontini atrasou cesta básica e salários

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O Frigorífico Barontini, hoje com o nome de Miriam Alves, localizado em São Caetano, região do grande ABC paulista, está passando dos limites com seus funcionários.

No mês de agosto, o valor da cesta básica só foi pago aos trabalhadores no dia do pagamento.
Neste mês de setembro, o Frigorífico, até o dia de ontem não havia pago, o salário dos trabalhadores, que inclusive terão que atrasar o pagamento de suas contas de água, luz, aluguel, etc., o que serão acrescentadas multa pelo atraso.

O valor da cesta básica que deveria ter sido pago até o dia 30 do mês de agosto, também não foi pago.
O frigorífico, ainda está trocando funcionários de função, mas não paga o valor correspondente à função em que os operários foram transferidos.

O descaso é tamanho que, quando é reclamado o direito do funcionário, o filho da dona da empresa diz para reclamar com o Prefeito da Cidade, ou seja, com o prefeito golpista de São Caetano do Sul, uma falta total de respeito às funções exercidas pelos seus subordinados.

Para os patrões do frigorifico Barontini só há um único interesse, o de lucrar cada vez mais, inclusive com os próprios salários dos trabalhadores.

Segundo o Artigo 459 do Decreto Lei nº 5.452 de 01 de Maio de 1943
Art. 459 – O pagamento do salário, qualquer que seja a modalidade do trabalho, não deve ser estipulado por período superior a 1 (um) mês, salvo no que concerne a comissões, percentagens e gratificações.
§ 1º Quando o pagamento houver sido estipulado por mês, deverá ser efetuado, o mais tardar, até o quinto dia útil do mês subsequente ao vencido. (Redação dada pela Lei nº 7.855, de 24.10.1989).
Assim como os trabalhadores têm que pagar multa por atraso em suas contas, a empresa também é obrigada a pagar os trabalhadores com correção monetária.

Os trabalhadores exigem o imediato pagamento, tanto da Cesta Básica, quanto do salário que estão atrasados.
No dia de ontem os patrões se comprometeram de pagar até hoje (13/09), no entanto os trabalhadores já tiveram a experiência de serem ludibriados, e não querem passar por isso novamente, portanto, se não houver pagamento, os trabalhadores junto com o Sindicato da Indústria de Carne, Derivados e do Frio vão organizar a paralisação das atividades do frigorífico.

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