Em Portugal, protesto de trabalhador é ato terrorista

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Em todo o mundo se nota um grande avanço da direita e  a sistemática perda dos direitos da minorias.

A classe trabalhadora em geral tem sofrido ataques ferrenhos, redução de salários o  aumento de horas de trabalho, “acordos” que apenas favorecem os patrões e massacram os trabalhadores.

Em Portugal, por exemplo, trabalhadores de uma empresa de turismo fluvial, organizaram um protesto contra a precariedade do setor, os baixos salários e abusos nas jornadas semanais e a falta de férias, trabalhadores do setor,  tem trabalhado até  60 horas semanais sem a folga do fim de semana.

Em represália ao protesto organizado,  o presidente da empresa Douro Azul, Mario  Ferreira, acusou os líderes da mobilização, bem como os trabalhadores de “terroristas sociais”, ou seja, os trabalhadores se organizam para reivindicar seus direitos, e os “escravocratas modernos” ainda os acusam de terroristas.

No Brasil, a reforma trabalhista foi aprovada pelo governo golpista e o congresso comprado à luz do dia, congresso este formado por patrões e seus capachos e tão logo passe a vigorar, os trabalhadores de todos os setores, passarão por situações iguais e piores que estas.

As leis adotas em tempo de golpe são – cada vez mais – feitas especificamente contra o pobre e a classe trabalhadora, todo e qualquer tipo de “ato terrorista” será tratado da mesma maneira.

Contra esta ofensiva, é urgente a mobilização da classe trabalhadora e dos grupos sociais contra  o golpe e toda a ofensiva de direita que cresce assombrosamente pelo mundo.

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