11 de setembro de 2001 – Atentado das torres gêmeas: começa a campanha “antiterrorismo” do imperialismo

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Consta em toda a imprensa burguesa que nesse dia, terroristas teriam sequestrado quatro aviões comerciais. Dois dos aeroplanos então dirigiram-se para colidir contra as Torrês Gemeas do complexo empresarial do World Trade Center, em Nova Iorque. Todos a bordo morreram, além de várias pessoas que trabalhavam nos prédios, que desmoronaram.

O terceiro avião colidiu contra o Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos EUA, nos arredores de Washington.

O quarto avião teria caído em um campo aberto próximo a Shanksville, na Pensilvânia, relata-se que os passageiros e os tripulantes retomaram o controle dele. Todos no avião, no entanto, morreram também.

A autoria dos atentados foi atribuída à organização islâmica Al-Qaeda, financiada inicialmente pelo próprio imperialismo para combater os governos nacionalistas no Oriente Médio, mas logo depois converteu-se em organização nacionalista.

Quem realizou o atentado, no entanto, interessa muito pouco, existe muita controvérsia sobre isso, o governo norte-americano apontou o dedo ao grupo terrorista Al-Qaeda, liderado por Bin Laden, que era saudita, e eles acabaram por invadir o Iraque e o Afeganistão, deixando o mundo tentando entender a ligação entre uma coisa e outra.

Foi criado, também, O “Ato Patriótico”, que dava ao governo o poder de deter estrangeiros e espionar toda a população. O que acontece hoje, o “combate ao terrorismo” propagandeado pelo imperialismo viu seu começo neste episódio.

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