Servidores de Campos em greve contra “falta de tudo”

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O medida que o golpe avança a situação dos funcionários públicos e das instituições públicas só pioram, os salários ficam congelados, as reformas não acontecem, e até o material de consumo para fazer funcionar os órgãos públicos ficam escassos.

E Campos, no interior do Rio de Janeiro, não está de fora destes ataques, apesar do prefeito eleito ter derrotado uma sequência de 30 anos de um outro grupo no poder, com diversas promessas de melhoramento na qualidade de vida da população, o que está acontecendo é que a gestão atual é mais do mesmo.

Os servidores por sua vez, sem reajuste e tendo que trabalhar sem se quer os materiais básicos, resolveram entrar em greve desde o dia 4 de setembro, até que a prefeitura resolva a situação destes, embora o sindicato dos servidores garanta que manterá 30% dos trabalhadores em ação.

A greve contra o governo local é importante, mas de maneira isolada não conseguirá arrancar muita coisa, a mesma deve se somar a uma mobilização maior contra o golpe, que só derrotando o mesmo é que conseguiremos vislumbrar dias melhores para os trabalhadores deste país.

Como sempre acontece as promessas dos candidatos a prefeitos não são cumpridas, até por que as prefeituras fazem parte de todo um sistema, onde ela não domina os recursos e logo fica dependente da união e em tempos de golpe está dependência se mostra ainda mais presente.

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