Comitês convocam II Ato Nacional pela Anulação do Impeachment

Compartilhar:

Reunidos em Brasília, representantes de dezenas de comitês de luta contra o golpe e pela anulação do impeachment, integrados por militantes do PCO, PT, outros partidos de esquerda e independentes, de todas as regiões do País, avaliaram o crescimento da campanha em torno da Ação Popular pela anulação de impeachment que já coletou mais de 50 mil assinaturas em todo o País e recebeu o apoio de organizações fundamentais da luta contra o golpe e de defesa dos explorados, como a Central Única dos Trabalhadores (CUT), congressos de trabalhadores, como dos bancários, dos petroleiros e dos trabalhadores dos correis, e deliberaram ampliar a campanha em todo País, formando dezenas de novos comitês, realizando atividades junto aos locais de trabalho e bairros populares e, principalmente realizar um novo ato nacional pela anulação do impeachment, em frente ao Suprem Tribunal Federal (STF).

Os representantes  da campanha se colocaram de acordo sobre a data de 11 de outubro par a realização do evento no qual pretendem reunir mais de 100 mil assinaturas na Ação Popular e encaminha-las para o STF.

Além de representações de partidos políticos como o PT e o PCO, ficou definida o convite para participação da CUT Nacional, CUT’s Estaduais, Sindicatos, parlamentares da esquerda, intelectuais e artistas que apoiem a causa da anulação e da luta contra o golpe.

Os diversos comitês destacaram o êxito da campanha nas ruas, como no casos mutirões realizados em mais de 20 cidades no ultimo domingo e a representante da Bahia destacou o amplo apoio da campanha no Estado que já recolheu mais de 20 mil assinaturas a favor da anulação do impeachment da presidenta Dilma e do seu retorno à presidência da República, para a qual foi eleita por mais de 54,5 milhões de votos, com mandato até 31 de dezembro de 2018.

Os representantes reunidos em Brasília também debateram com juristas o encaminhamento das ações coletivas que reforcem a defesa da anulação do golpe de Estado, com o entendimento comum de que toda a iniciativa jurídica deve estar subordinada à ação política, à mobilização, que tem papel decisivo na etapa atual quando o judiciário mostra-se cada vez mais parcial e posicionado ao lado do golpe de estado e dos interesses do grande capital internacional e nacional que comandam o golpe.

artigo Anterior

Relembrar é viver, Geddel organizava coxinhatos contra corrupção em 2015

Próximo artigo

PSTU/Conlutas quer que federação fantasma controle campanha salarial dos Correios

Leia mais

Deixe uma resposta