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Tensões continuam se acumulando na Península Coreana - Diário Causa Operária Online

Tensões continuam se acumulando na Península Coreana

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A divulgação no último domingo de uma foto do líder norte-coreano Kim Jong-un inspecionando uma suposta bomba de hidrogênio desencadeou uma nova série de reações exaltadas das partes envolvidas na questão. O artefato, que segundo a televisão norte-coreana poderia ser montado num Míssil Balístico Intercontinental, foi testado com sucesso causando um terremoto artificial de magnitude 6,3 próximo ao local do teste. Este foi sexto teste nuclear da Coreia do Norte. Os anteriores foram em 2006, 2009, 2013, 2016 (2).

Em reação, o Presidente norte-americano Donald Trump disse que a Coreia do Norte é uma “nação marginal e uma ameaça” e perguntado não afastou a possibilidade de um ataque. Trump também criticou o governo da Coreia do Sul pela sua atitude conciliatória e o governo da China que “está tentando ajudar mas com pouco sucesso”. Mais tarde anunciou possível cessação de todo o comércio com qualquer país que faça negócios com a Coreia do Norte.

Também a Rússia e a China emitiram declarações reprovarando o teste nuclear mas também condenaram o tom belicoso de Donald Trump. Surpreendentemente também o Ministro do Exterior Britânico, Boris Johnson também criticou Trump. Na segunda-feira o Conselho de Segurança da ONU se reuniu para tratar da crise na Península Coreana.

Deveria ser motivo de espanto que um país com as dimensões da Coreia do Norte udesse causar tanto desconforto ao colosso estadunidense. Embora as hostilidades tenham cessado a guerra iniciada em 1950 legalmente não terminou e desde 1953 vige um armistício. Embora o discurso predominante seja de uma Coreia do Norte agressiva e excêntrica a verdade é que a história da Coreia é marcada pela agressão impiedosa primeiro do imperialismo japonês e após a segunda guerra mundial do imperialismo norte-americano.

Em entrevista à RT, Gregory Elich do Instituto de Política Coreana afirmou que ao recusar a via diplomática o Presidente Trump está encurralando a si próprio fazendo com que a Coreia do Norte intensifique seu programa de armamento. Tendo assistido a destruição de diversos países desde o fim do bloco soviético, a Coreia do Norte permaneceu determinada a manter sua independência e identidade, tem dado mostras de rara habilidade política e diplomática e assim mostra ao mundo que o imperialismo não é todo poderoso.

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