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Com PSDB em desagregação, FHC quer “candidatura agregadora” - Diário Causa Operária Online

Com PSDB em desagregação, FHC quer “candidatura agregadora”

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Em artigo publicado neste domingo (dia 3) no reacionário e golpista jornal O Estado de S. Paulo,  sob o o título “Uma candidatura agregadora”, o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, analisa a crise no interior do seu partido, sob uma ótica extremamente positiva e defende o apoio do PSDB ao “governo Temer pelo interesse nacional na governabilidade e porque ele se comprometeu com reformas que o partido deve assumir e liderar”, ou seja, em função dos duros ataques que o governo golpista vem realizando contra a população trabalhadora, como a liquidação dos direitos trabalhistas, com o fim da CLT, o congelamento dos gastos públicos por 20 anos e a promessa de promover a maior liquidação do patrimônio construído com recursos e esforços do povo brasileiro, por meio de uma generosa liquidação de empresas estatais como não se via, desde a famigerada era FHC.

Reconhecendo – de fato – que o papel de liderança do golpe assumido por seu partido e outros aliados levou-os ainda mais à lona, no que diz respeito à perda total de apoio popular, não só do governo Temer, mas de todos os chefes do golpe de Estado e seus partidos, FHC assinala que “agora, será constituir um polo democrático e popular que olhe para as eleições de 2018 com visão de futuro”, reconhecendo que – nas condições atuais, não há a menor possibilidade de que o tal “centro” – na realidade, a direita golpista e pró-imperialista – possa se dar bem e conquistar o apoio popular, que já não vem recebendo nas últimas quatro eleições presidenciais em que foi derrotado, depois que a população experimentou as “maravilhas” da política neoliberal do seu governo.

Esbanjando “sociologuês”, o tucano aponta para uma situação promissora para a direita – que não existe no mundo real – na qual o crescimento da economia dependerá da aplicação eficiente do conhecimento à produção e de sua melhor integração às cadeias internacionais de produção e valor. É preciso gerar crescimento econômico sem comprometer o meio ambiente, já ameaçado em escala global. O olhar social requer compromissos morais inescapáveis…” Isso quando seu partido e o governo que ele apoia estão comprometendo qualquer possibilidade de crescimento real da economia e de avanços sociais concretos para a maioria da população, atacando a produção nacional, os empregos, os investimentos públicos etc. para satisfazer os vorazes apetites dos abutres capitalistas que patrocinaram o golpe de estado.

Por último, o “príncipe dos sociólogos”, afirma que “o País necessita de uma candidatura agregadora para 2018, que assuma essas bandeiras”, ou seja, das reformas, dos ataques à população, da entrega da economia nacional, enfim do neoliberalismo. E sem muita ênfase assinala que “chances de vitória existem, se tivermos competência para retomar uma narrativa”, ou seja a conversa fiada, propaganda enganosa e manipulação (claro que com o amplo apoio da venal imprensa golpista); para encenar o que FHC cinicamente chama de “valorização” do “muito que o PSDB fez na área social”, o que segundo ele permitirá “abrir os horizontes do futuro” e defender “valores morais”.

Em meio a uma profunda desagregação do seu próprio partido, o tucano mor propõe não mais que conversa fiada, cinismo e propaganda enganosa, para seguir defendendo nas eleições e em um “novo governo”, o que represente mais do mesmo que se viu na era FHC e no caos do governo Temer (do PSDB-DEM-PMDB etc.) .

Não é à toa que o PSDB e demais partidos da direita golpista tenham dificuldade de encontrar um candidato com tamanha capacidade de “agregação”. E que a sabedoria popular, mostre imensa repulsa por todas essas “alternativas”que a direita quer impor.

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