A burguesia não quer o pobre trabalhador na universidade

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Desde que passou avigorar a lei do teto dos gastos públicos, áreas da saúde e principalmente da educação sofreram bruscos cortes de verbas, muitas faculdades sem repasses para contratar funcionários, professores e até para a compra  de materiais estão fechando suas portas.

Muitas fazem campanhas pedindo socorro, porém a política golpista da direita não tem intenção de atender aos apelos  das instituições públicas, pois o verdadeiro motivo por trás do abandono e do sucateamento é de fato a tornar tudo  privado.

O ranço da burguesia é contra os pobres, ou seja, não existe disposição política para manter os bens públicos funcionando, já que os serviços gratuitos atende ao trabalhador; para os golpistas a classe trabalhadora não tem que frequentar universidade, filho de trabalhador não precisa, não pode, na verdade, se tornar “doutor”. Tem que continuar a ser empregado.

Uma das universidades federais que mais têm sofrido com o congelamento dos gastos, dessa vez, foi na Federal de Minas Gerais (UFMG), que nesta segunda (28) teve o fornecimento de energia suspenso, deixando vários alunos sem aula. A destruição do ensino público e a cobrança de mensalidades para todo tipo de ensino é um plano fundamental dos golpistas.

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