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O ataque aos direitos das mulheres aumentou no golpe de Estado - Diário Causa Operária Online

O ataque aos direitos das mulheres aumentou no golpe de Estado

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O ataque às mulheres se aumenta cada vez mais. Recentemente foi noticiado o fato de que ao se tornarem mães as oportunidades de emprego se limitam, fato esse comprovado por situações sofridas por algumas mulheres. Ao chegar na entrevista logo são perguntadas se têm filhos e quantos são, e mais importante, se são casadas. Visto que, uma mãe solteira tende a ter menos disponibilidade do que a que possui assistência do pai em casa.

Com aumento do desemprego, elas são as mais atingidas e o fato de ter filhos se tornou um problema, já que grande maioria das mulheres não conseguem recursos que lhes auxiliem, tais como: creches, pré-escola. Assim, impossibilitando o seu ingresso no mercado de trabalho. Mais um aspecto é de que nem todas têm a possibilidade de deixar seus filhos aos cuidados da família, o que contribui ainda mais para esse retrocesso profissional.

Ao contrário da maternidade, a paternidade é vista com outros olhos pelos empregadores, afirmam que após se tornarem pais os homens adquirem mais responsabilidades e cuidados e isto é elogiado e visto positivamente por eles.

A discriminação é explicita, alguns entrevistadores tendem a perguntar se algo acontecer com seus filhos, como ela vai lidar com isso em uma situação de emergência. Ou seja, para ele é muito mais fácil contratar um homem, diante do fato que para eles as tarefas de cuidar dos filhos estar atrelada as mulheres. Por outro lado, a licença paternidade ainda é de apenas cinco dias, o que impede a divisão de trabalho do casal.

A investida de políticas que atacam as mulheres são recorrentes do golpe de Estado. Um exemplo disso, é a reforma da Previdência, que busca igualar o tempo das mulheres com o dos homens, excluindo totalmente a dupla jornada cumprida por grande maioria delas, mas o ataque é maior ainda quando nem a desejada vaga de emprego conseguem adquirir.

Por isso, a questão da mulher se dá pela luta de classes, em conjunto com os demais trabalhadores, na luta pela mobilização e organização das mesmas, de maneira independente, para intervir nas questões práticas que as atingem.

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