Servidores federais podem entrar em greve

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Em setembro, os servidores federais montarão um calendário de lutas visando a construção de uma greve no serviço público. Segundo os Sindicato dos Servidores, na Educação, por ser um dos setores mais afetados pelo governo golpista, já há uma enorme mobilização com perspectivas de paralisação. Algumas instituições federais já alegaram não ter verba suficiente para funcionar até o fim do ano.

Além da mobilização na educação, os servidores pretendem lutar pela revogação da reforma trabalhista, da lei da terceirização e da Emenda Constitucional (EC) 95, a lei do teto de gastos; para barrar a contrarreforma da Previdência e o Programa de Demissão Voluntária (PDV); e pelo arquivamento dos projetos de demissão por insuficiência no serviço público, como os PLs 248/98 e o 116/17.

Os servidores anunciaram ainda que buscarão dialogar com os movimentos sociais e estudantis, já que o serviço público atende a todos. Além das questões acima, o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) também fez os seguintes encaminhamentos:

Lutar

– contra as privatizações
– pela Auditoria da dívida publica com participação popular
– pela revogação da reforma do ensino médio
– por concurso público em todas as áreas e níveis
– contra PLs que tramitam no congresso e retiram o direito de greve da categoria
– pela revogação da Emenda Constitucional (EC) 29/17, a emenda da Saúde

Mobilizar

– por audiência pública sobre o PL de insuficiência de desempenho
– contra o fechamento das unidades do Ministério do trabalho
através de campanha nacional unificada contra o assédio sexual e moral no serviço público
– contra a reformulação da política nacional de atenção básica
– pela presença de trabalhadores em audiência pública sobre o Pls que tratam de demissão por insuficiência de desempenho no serviço público

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