Os ataques do judiciário contra o PT são cada dia mais claros

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A confusão político-legislativa que tomou conta do país desde a votação da admissão do processo de Temer pela Câmara dos Deputados, seguido pela efervescência causada pelo suposto racha na base parlamentar do presidente ilegítimo – o que pode ocasionar, inclusive, dificuldades temporárias na aprovação dos seus planos de destruição do país – não significam de forma alguma que o judiciário perdeu sua liderança no andamento do golpe.

A versão “empoderada” da Lava Jato, que corre sob as barbas reacionárias do Supremos Tribunal Federal, segue o mesmo calendário – ora apertado – da Lava Jato do Cowboy yankee-curitibano Sérgio Moro. Sendo assim, o Ministro do STF, Edson Fachin, relator da operação naquela corte, corre contra o tempo para condenar antes do final do presente ano. Através de atribuições veladas de hierarquia entre os réus, o ministro correu com alguns processos, mantendo outros no marasmo e mandando para o arquivo outros.

Dentre os processos acelerados, que está entre os três primeiros a serem julgados, está o de Gleise Hoffmann – presidenta do Partido dos Trabalhadores (PT), que vem se mostrando combativa, utilizando seu cargo de Senadora e seu espaço como figura pública para denunciar o golpe de Estado desferido contra os brasileiros.

Este mesmo Ministro é o mesmo que recentemente mandou arquivar denúncias contra Marta Suplicy (PMDB-SP). É o mesmo também que correu, inclusive durante suas férias, para acelerar o julgamento do processo de determinados acusados; quejogou premeditadamente com uma grande lista de figuras públicas delatadas, coagindo e subjugando parlamentares para mantê-los sob o crivo do Poder Judiciário.

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