Em meio a crise, classe média paulistana contrata PM como segurança particular

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Com o golpe de Estado, aumentou muito a crise econômica e social no Brasil. Mais pessoas estão desempregadas e as que ainda estão empregadas, estão em condições tão ruins quanto aquelas que estão sem emprego. E com o aumento da pobreza, o medo da burguesia e de da classe média alta de serem “atacados” pelos pobres, que já é alto normalmente, aumenta nesse período.

No bairro do Morumbi, Zona Sul de São Paulo, região tradicionalmente conhecida por ser uma região nobre da cidade, os moradores estão “ajudando” a polícia a pagar alguns serviços básicos como o concerto das viaturas, concerto das delegacias da região e outros serviços básicos. A polícia alega que não têm dinheiro para pagar simples ações e tudo fica como um favor dos moradores e que em troca esperam receber um bom serviço da PM.

Mas o que na verdade acontece é a polícia fica contratada pelos moradores, já que são eles que estão custeando o serviço da polícia e portanto a PM deve servi-los.

A pequena burguesia paga a polícia para lhe monitorar, por causa do aumento da crise social e econômica que os deixam com medo de saírem de casa para ostentar seus grandes luxos. Tanto que agora a polícia patrulha 3 vezes por dia a região. Neste período a polícia mostra o seu real caráter de existência: proteger os ricos e atacar os mais pobres. A milícia oficial da burguesia.

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