Direção da ECT realiza mais uma eleição fraudulenta do Postalis

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Desde o dia 27 de julho até  7 de agosto próximo, estão acontecendo as eleições para o Postalis (Fundo de Pensão dos Trabalhadores dos Correios).

Serão “eleitos” representantes dos trabalhadores para o Conselho Deliberativo, Conselho Fiscal e Direção de Benefícios.

A eleição como é de praxe é feita totalmente pela direção da ECT, com votos colhidos pela internet e em cargos que servirão apenas para legitimar o que os diretores do Postalis, indicados pelos partidos de direita, vem fazendo e desfazendo no Instituto.

Estes cargos começaram a ser oferecidos  pela direção da ECT para ser representados pelos trabalhadores a pouco tempo atrás, justamente depois que vários escândalos de roubalheira vieram a público.

Para manter os representantes dos trabalhadores no Postalis sob o controle dos velhacos que controlam o fundo a décadas, o Instituto oferece jetons aos seus conselheiros e diretores que são no mínimo de R$ 4mil a R$ 20 mil.

Justamente esse é o grande motivo que vários sindicalistas estão na corrida eleitoral do Postalis, até porque sabem de ante-mão, com as experiências de outros sindicalistas que participaram do Fundo como, Rogério Ubine, José Rivaldo (Taliban), Manoel Cantoara etc. que eles não vão lá para mudar nada, e sim legitimar o que a direção da ECT já vem fazendo com o fundo.

Essa fraude foi reforçada nas últimas eleições, quando os principais cargos foram entregues aos próprios representantes patronais (organizados na ADCAP), inclusive, com o apoio escancarado de pseudos esquerdistas, como é o cas da diretoria do Sintect-MG, que apoio administradores da ADCAAP ligados à direita golpista como se eles fossem representante dos trabalhadores, e diante do fato  de que o fundo está praticamente falido (rombo de R$ 6 bilhões em um fundo de R$ 8 bilhões), os trabalhadores dos Correios devem se abster das eleições do Postalis.

Os trabalhadores devem denunciar a fraude da eleição do Postalis, lutar para que o Postalis seja controlado pelos próprios trabalhadores, caso contrário, os trabalhadores devem se organizar através de seus sindicatos e criar seu próprio fundo de pensão.

 

 

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