E-mail farsa usado contra Dilma foi registrado em cartório por estagiário

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Depois que Mônica Moura, marqueteira do PT nas últimas eleições, mentiu sobre a troca de e-mail com a presidenta Dilma Rousseff, em que o próprio Gmail  desmentiu tais “provas”, agora a delatora apresentou outra suposta prova de que o e-mail teria sido escrito e deixado na pasta de rascunhos do e-mail criado exclusivamente para falar com a presidenta.

O que é irônico na tal prova, é a de foi registrado em cartório o rascunho de e-mail. Algo inédito na operação golpista.

A “prova” irrefutável da marqueteira, de que o e-mail foi escrito de fato, é um documento registrado em cartório por um estagiário, supostamente em julho de 2016. O estagiário que aparece no documento é Felipe Pedrotti Cadori, universitário na PUC-PR e estagiário no escritório Delivar de Mattos e Castor Advogados Associados que, nada mais nada menos, faz a defesa de João Santana desde 17 de abril deste ano, pouco mais de um mês depois de a delação do casal ter sido fechada com a Procuradoria Geral da República, em 8 de março.

Evidentemente, que o dito documento não passa de mais uma farsa criada com o intuito de Mônica Moura ser beneficiada pelo acordo de delação premiada.

No desespero, a direita golpista usa de todos os métodos possíveis (tortura física e psicológica, ameaça, coação, ameaça de prisão perpétua etc) para conseguir o mínimo de provas materiais para incriminar Lula e Dilma.

É preciso denunciar tais alegações falsas e dizer aos trabalhadores que tudo não passa de manipulação da direita golpista. Com isso, ampliar a campanha pela anulação do impeachment, derrubar todos os golpistas e restituir o governo eleito em 2014.

Somente a mobilização do movimento de luta contra o golpe pode derrubar todos os golpistas e o restabelecimento da presidenta eleita pelo voto popular.

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