Sérgio Moro faz chantagem para impedir Lula de arrolar testemunhas em seu processo

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Na segunda-feira (24-04), o juiz Sérgio Moro, o Mussolini de Maringá, deu um despacho a um recurso dos advogados do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, que mais parece uma negociação patronal do que um processo judicial.

O recurso, trata-se de requerimento de dispensa da presença pessoal de Lula nas 87 oitivas que Sérgio Moro fará das testemunhas arroladas por sua defesa.

Moro havia intimado Lula a comparecer pessoalmente nas 87 oitivas que faria de suas testemunhas.

Segundo os advogados de Lula, o comparecimento do acusado, nos depoimentos de suas testemunhas é facultativo e não obrigatório, no entanto, para o Mussolini o que vale é a vontade do juiz, que pode ou não dispensar o réu.

No despacho ao recurso, o Mussolini de Maringá não toma sua decisão baseada na lei, mas em chantagem, afim de excluir testemunhas de Lula.

A chantagem do juiz golpista que lidera a operação golpista da Lava Jato, consiste em uma moeda de troca. Moro dispensará a presença de Lula nas oitivas de suas testemunhas, desde que Lula e seus advogados diminua o número de testemunhas.

O mais cômico do despacho do Mussolini de Maringá é o seu argumento de que se ele quisesse, ele mesmo poderia negar o testemunho de parte da defesa de Lula, mas como ele se considera um defensor do direito de defesa, ele quer que o próprio Lula exclua suas testemunhas.

Para Moro, vale aquela expressão contraditória: “ sem querer cercear o seu direito de defesa, mas já cerceando seu direito de defesa”. “Exclua parte das suas testemunhas, senão eu obrigo você ficar em Curitiba por três meses, acompanhando todas as audiências que as testemunhas forem ouvidas.”

A cada dia que passa, a cada ação que o juiz golpista Sérgio Moro age nos processos da Operação Lava Jato contra Lula, mais fica evidente o caráter ditatorial do juiz e do processo, ficando justíssimo o apelido dado ao juiz de Mussolini de Maringá.

É por essas e outras, que o movimento social, sindical e ativistas de esquerda não podem permitir as arbitrariedades contra o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva e de outros que estão na mira do Mussolini.

Dia 03 de maio todos devem se mobilizar e participar das caravanas a Curitiba, para impedir à prisão de Lula.

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