Encomendado pelo imperialismo, Capriles chama novo “coxinhato” na Venezuela

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Logo após as manifestações nas ruas de Caracas (Venezuela) que visam desestabilizar o governo de Maduro e provocar cenas de violência para “justificar” uma intervenção imperialista, o líder da direita golpista venezuelana, Henrique Capriles, convocou uma repetição dos atos, para, quinta-feira (20).

Durante a quarta-feira, houve disparos e mortes (dois civis e um membro da Guarda Nacional), e o vice-presidente da Venezuela, Tareck El Aissami, apontou o interesse dos golpistas em criar a impressão de um país caótico para a imprensa internacional . “Sabemos que existem grupos interessados em vender ao mundo um país caótico. Henrique Capriles disse, de maneira irresponsável, conduta que é própria dele, que o governo é o culpado por estas mortes e, por tanto, terá que demonstrar com provas estas graves acusações diante dos tribunais”.

A direita venezuelana tem histórico na utilização de violência, em conluio com a imprensa golpista, para acusar o governo chavista pelas mortes. No golpe fracassado de 2002, franco-atiradores atiraram contra opositores e chavistas. Assim, provocou-se uma intervenção militar que tirou Chavez do poder, por algumas horas. O golpe só foi revertido devido a atuação das tropas e o povo leal ao governo chavista.

Desta vez, a intenção é provocar uma intervenção “estrangeira” direta, ou seja, dos Estados Unidos. A possibilidade disso acontecer já foi indicada pela declaração de um almirante norte-americano.

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