Fora a Força golpista da APEOESP e de todos os sindicatos

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Diante da intensificação dos ataques da direita golpista contra a esquerda, que chegou também à CUT e aos sindicatos, a esquerda pequeno burguesa (Conlutas-PSTU-MAIS-PSOL e satélites), que no Sindicato dos Professores do Ensino Oficial dos Estado de São Paulo (APEOESP), recebe o apoio nas eleições da máfia golpista da Força Sindical, do deputado “Paulinho da Força”, resolveu atacar a entidade, no momento em que se inicia o seu processo eleitoral com três chapas inscritas.

A Força Sindical  apoiou ativamente da campanha a favor do impeachment, quando seu principal dirigente, que é também deputado federal, votou pela aprovação da derrubada da presidenta eleita e fez campanha pelo golpe ao lado de Eduardo Cunha (PMDB), Aécio Neves (PSDB) e outros.

A Força Sindical, juntamente com a escória direitista que toma conta do País, é responsável direta pelos ataques promovidos contra a população pelo governo golpista, como as “reformas” que querem por fim às aposentadorias, à CLT etc. Na recente aprovação do PL 4302, da Terceirização sem limites, o relator do processo na Câmara foi um deputado do partido de “Paulinho da Força”, Artur Maia, também dirigente de entidade sindical de patronal.

O golpe foi promovido e financiado pelos verdadeiros chefes e donos da Força Sindical, como a FIESP e outras organizações patronais. Por isso, os que lutam contra o golpe não deve ter nenhuma confiança, pois eles estão a favor da terceirização e de todos os ataques d governo Temer. Já estão buscando criar sindicatos de terceirizados, como no caso dos bancários de São Paulo, para ajudar os patrões a dividir os trabalhadores e rebaixar os salários e as condições de vida dos trabalhadores. E, não será surpresa, se algo buscarem fazer o mesmo nos professores.

No momento, há uma certa confusão pois estes golpistas se dizem contra a “reforma” da Previdência, da mesma que muitos deputados da direita, temerosos da reação dos trabalhadores, nos sindicatos que controlam. Mas é preciso ter claro que a luta contra a Previdência passa pela luta contra o golpe, pois sem derrubar o governo Temer e todos os golpistas, na será possível barrar a ofensiva que, será – no melhor dos casos – fatiada, mas virá.

Para impor uma derrota de fato à estes ataque é preciso, portanto, lutar pela anulação do impeachment e contra a prisão do lula.

As “centrais” sindicais nanicas, golpistas e patronais foram favoráveis ao golpe e hoje querem limpar a barra com o trabalhador, dizendo que são contra a “reforma” da Previdência, mas elas não na realidade um ponto de apoio e de divisão dos trabalhadores em sua luta contra o golpe.

Nessa luta, a Força Sindical, não é uma aliada dos trabalhadores e dos que lutam contra o golpe, mas uma tropa do inimigo que busca se infiltrar no “exército” dos explorados e que precisa ser denunciada e derrotada.

O sindicato é do trabalhador deve estar a serviço do mesmo, por isso nã deve haver nenhuma conciliação com os aliados dos patrões e do governo. Fora a Força Sindical e seus aliados, da direção da APEOESP e de todos os sindicatos dos trabalhadores.

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