Nenhum imposto sobre os salários ou sobre o consumo

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Os impostos são uma forma do Estado dominado pelos capitalistas aumentarem a exploração dos trabalhadores. A burguesia em crise só consegue garantir seus lucros através da expropriação e do confisco da população, ou seja, a burguesia utiliza o Estado para uma atividade parasitária, impondo planos de ataques contra as condições de vida do povo.

Não basta o trabalhador ser explorado na fábrica, os capitalistas utilizam o Estado para expropriar ainda mais os parcos recursos da maioria da população. Os impostos são a maneira mais comum de fazer isso.

A ideia de que são os ricos que pagam mais impostos não poderia ser mais falsa. É a classe operária, até por ser a esmagadora maioria da população, a que paga mais impostos. Por exemplo, os impostos sobre as mercadorias de consumo são verdadeiros roubos contra os trabalhadores. De modo geral, se um trabalhador compra uma escova de dente ele paga exatamente o mesmo imposto que um milionário quando este compra a mesma escova de dente. Proporcionalmente, a diferença do que representa esse imposto para um e para outro é abismal.

Isso tudo é assim se considerássemos ingenuamente que os capitalistas pagam impostos, o que não é verdade. São mais do que comuns as isenções para a burguesia, afinal, é ela mesma que controla o Estado que recolhe o imposto.

Os trabalhadores são obrigados a pagar impostos sobre praticamente todos os produtos que compram. Há ainda os impostos sobre os salários. Tudo isso é o confisco do trabalhador pelos parasitas que dominam o Estado.

Por isso, é preciso defender em primeiro lugar a extinção de todos os impostos sobre os salários e sobre o consumo e por consequência a implantação de um imposto único sobre o capital. Os que vivem à custa da exploração do trabalhador que devem pagar para o Estado e essa verba deve ser voltada para os interesses da maioria da população.

A direita golpista quer fazer uma mudança tributária para que os trabalhadores paguem ainda mais e os capitalistas cada vez menos.

Isso sem contar o aumento extraordinário das tarifas públicas, como água e luz, os pedágios, a indústria da multa etc.

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