Policiais torturadores

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A violência da Polícia Militar não tem medida e nada mais é do que a violência do Estado e do poder do capital sobre a classe trabalhadora. O assunto vem à tona em mais um ato, entre tantos outros ocorridos nesse ano, de violência e tortura cometidos pela. Dessa vez foi a PM do município de Botucatu, no Estado de São Paulo, que durante abordagem a um grupo de jovens no bairro Jardim Brasil, torturou com ferro de passar roupa o jovem Kennedy de Souza Fernandes, auxiliar de serviços gerais.

Para obter a informação que queriam, os policias militares não pouparam esforços, invadiram a casa do jovem sem mandado judicial e sem provas concretas de tráfico de drogas, pois nada encontraram. O jovem Kennedy foi interrogado com requintes de crueldade, socos na barriga, queimaduras de 1º. e 2º graus, ameaças e constrangimentos de toda espécie: “Ele colocou o ferro de passar na tomada para esquentar, queimou minhas duas pernas. Depois queimou meu ombro e ainda perguntava se estava doendo. Quando o outro policial chegou ele começou a dar um monte de soco na barriga e me algemaram para me levar preso. Ele agrediu meu primo também. Mas quando um deles viu como ficou o machucado, ele se assustou e não me apresentou na delegacia”, conta Kennedy”.

A violência da Polícia Militar, os assassinatos cometidos pela instituição policial e os atos cometidos contra a sociedade e a classe trabalhadora, nos coloca diante da imperiosa necessidade de mobilizar a sociedade para pôr fim a polícia militar.

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