Minha Casa Minha Vida só será possível com a derrota do golpe

Compartilhar:

O programa Minha Casa Minha Vida é um resultado da luta dos movimentos sociais que foi implantado a partir de 2009, com uma série de deficiências por um lado, e ataques da direita golpista por outro. Mas assim como em outras políticas públicas, o governo golpista tem provocado uma série de ataques, acabando com as tentativas de inclusão social promovidas pelo PT.

O movimento popular reivindica: programa Minha Casa Minha Vida, com inversão da política de subsídio e com ampliação da faixa 1 e aumento da produção na faixa 1 em função do perfil do déficit; melhor localização dos empreendimentos com incentivo para a utilização dos instrumentos do estatutos da cidade.

É preciso a retomada imediata das seleções e das contratações do programa Minha Casa Minha Vida entidades; definição de meta para os 3 anos do programa com 300 mil unidades habitacionais; que o programa seja controlado totalmente por seus usuários, os trabalhadores que necessitam de ajuda para sua morada. Com assembleias periódicas; manutenção e aprimoramento das modalidades de compra antecipada e assistência técnica;

Da mesma forma, é preciso priorizar a faixa 1 do programa, onde se concentra a maior parte do déficit habitacional; colocar todos os imóveis abandonados pelos empresários à serviço do programa, sob o controle da população. Derrotar a especulação imobiliária.

As demandas dos trabalhadores são extensas, especialmente no quesito habitação. Não há a menor sombra de dúvida que um dos setores mais interessados no golpe de Estado é a especulação imobiliária. Por isso é necessário derrotar o golpe, para que programas como o Minha Casa Minha Vida não sejam completamente extintos.

artigo Anterior

Adaptação de ‘Les Misérables’, clássico de Victor Hugo, estreia em São Paulo

Próximo artigo

Ministério Público de São Paulo estimula a tortura contra a população

Leia mais

Deixe uma resposta