O ano em que a arte e a cultural também lutaram contra o golpe

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Nesse sábado, dia 7, aconteceu o primeiro programa “Uzwela – Conversa sobre cultura” do ano de 2017. O programa de estreia do ano contou com a participação de Renato Dias, sambista e apresentador do Uzwela, João André Silva, colunista do jornal Causa Operária e membro da secretaria de cultura do PCO e Henrique Áreas, também colunista do jornal e da secretaria cultural do partido.

A atriz Joana Limaverde, que seria a entrevistada do programa, não pode participar mas já confirmou presença nos próximos programas.

No primeiro Uzwela de 2017, os apresentadores fizeram uma breve retrospectiva cultural do ano com destaque ao papel que os artistas cumpriram na luta contra o golpe na Brasil. Um dos principais focos de resistência ao golpe foi justamente na cultura. As ocupações contra a extinção do Ministério da Cultura, que obrigaram o governo golpista a recuar, marcar o ano e a luta contra o golpe. Outro fato importante foi o protesto do elenco do filme Aquarius, que levou palavras de ordem contra o golpe na entrada do festival de Cannes.

O golpe serviu para unificar os artistas na luta política. Escritores, músicos, sambistas, chargistas, cineastas e atores se manifestaram em peso contra o golpe.

Nesse programa, os companheiros também traçaram brevemente os planos do PCO, do Centro Cultural Benjamin Perét (CCBP) do GARI (Grupos por uma Arte Revolucionária e Independente) para 2017, quando a grande Revolução Russa completa 100 anos.

Nessa calendário da arte revolucionária de 2017 estão previstas, além de atividades culturais frequentes no CCBP, uma conferência cultural e o Festival Nacional de Cultura em outubro.

Assista ao programa desse sábado. O Uzwela é transmitido ao vivo pela Causa Operária TV no Youtube e no Facebook e todos estão convidados a assistir presencialmente no CCBP, na rua Serranos, 90, perto da estação Saúde de metrô, em São Paulo, em aproveitar a programação musical do CCBP nas noites de sábado.

 

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