Zago golpista: Polícia Militar sitia Sindicato dos Trabalhadores da USP

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No início da manhã dessa terça-feira (2), para forçar o despejo do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade de São Paulo (Sintusp), a reitoria ordenou a continuação das instalações de grades no entorno do prédio do sindicato, do Centro Acadêmico Lupe Cotrim, dos estudantes da Escola de Comunicações e Artes (ECA), na cidade universitária, na capital de São Paulo. A repressão dessa vez é garantida pela presença da Polícia Militar fortemente armada dentro do campus.

Na última semana de dezembro passado, a reitoria acionou a justiça e recebeu a autorização de despejo do sindicato, com permissão de utilização de força policial.

O reitor aproveita o recesso de fim de ano para colocar esse projeto em prática, visto que a Universidade encontra-se mais esvaziada.

Bancos, bases da polícia, academia de polícia, Polícia Militar, fundações privadas que sugam o dinheiro público são permitidas dentro da universidade, o que não se pode ter é uma organização dos trabalhadores.

 

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