Manifesto de repúdio dos petroleiros é lançado em exposição

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Na segunda-feira, dia 24 de outubro, ocorreu a abertura da Rio Oil & Gas 2016, no RioCentro, na cidade do Rio de Janeiro. A exposição, conhecida como o maior encontro de empresas de Petróleo e Gás da América Latina e a segunda maior do mundo foi marcada por manifesto e panfletagem

A Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) e a Sindpetro do Rio de Janeiro e São Paulo distribuíram um manifesto em que denunciam o caráter danoso do governo golpista na empresa levada a cabo por Pedro Parente, o atual presidente da empresa. O desmonte da empresa, a entrega do pré-sal e o fim da política de promoção de conteúdo local, ou seja, do desenvolvimento da tecnologia nacional são as acusações que se destacam mais.

O embate na exposição é contundente. De um lado as petroleiras que querem roubar nosso petróleo através das leis de entreguismo e de outros as exploradoras e seus fornecedores.

Obviamente que a direção da Petrobrás tenta calar os sindicatos. O secretário Geral da Sindpetro-RJ, Emanuel Cancella, foi intimado a prestar explicações sobre o conteúdo de um editorial do boletim Surgente. O advogado da companhia, Nilo Batista é quem assina a ameaça

As ameaças vem e virão continuamente pelos fantoches colocados nas gerências das empresas pelos governantes golpistas. Cada vez o cerco se fecha mais e os sindicatos, associações de bairro, movimentos sociais e estudantis precisam se mobilizar nacionalmente e pedir uma assembléia nacional constituinte para barrar o golpe.

A nota denuncia Pedro Parente e seus danos causados à empresa desde 2001, com imprudência na gerência e entreguismo da companhia desde o governo FHC. Os ataques aos sindicatos também é mostrado no manifesto.

 

Clique aqui para ler o manifesto na íntegra.

 

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