Juventude tucana: brigadas fascistas contra ocupações das escolas

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Uma organização tucana e mercenária a favor do fechamento e superlotação de escolas

Foi denunciado na última semana, que em uma reunião entre Fernando Padula, chefe de gabinete da Secretaria da Educação e 40 dirigentes de ensino da secretaria, se diz que Alckmin estava preparando uma guerra de guerrilhas contra os estudantes que estão ocupando as escolas estaduais.

E nesta reunião que teve duração longa e de exposição do tipo de método que o governo já começou a usar contra os estudantes, que é colocar a PM pra reprimir todo tipo de manifestação, tentar reintegrar posse, colocar diretores contra alunos etc, e, também usar a juventude do PSDB para desarticular ocupações e proporcionar a desocupação a mando de Alckmin.

Na reunião, Padula apresenta Leonardo aos dirigentes, dizendo que é um dos lideres do movimento ação popular (Juventude-PSDB), explicando que é um grupo de jovens universitários, contendo um secundarista, que eles estão acompanhando algumas ocupações em Guarulhos, dizendo que vão usar os jovens para apoiar o governo nas diversas regiões do estado e usar eles “por fora” e, por fim, declara “ter um grupo de fora com os jovens fazendo esta guerra ai de ação”.

Daí em diante continua explicando o plano que chama de guerrilha, que vão aos poucos consolidando a reorganização fingindo haver diálogo, mas que não vão voltar atrás.

Este tipo de grupo é típico de governos fascistas, ou seja, o aparelho estatal organiza e patrocina grupos para atacar movimentos sociais, como o caso em questão, onde o governo patrocina a juventude tucana para atacar o movimento estudantil secundarista de São Paulo.

Vale lembrar, que essa é também a juventude que apóia os cortes na educação e o golpe.

Alckmin deixa claro que não queria “diálogo” ou “negociação” e que estava disposto a usar todos as formas mais escusas parar quebrar a mobilização dos estudantes, professores e de toda a comunidade escolar, desde colocar policiais para bater em estudantes até patrocinar grupos reacionários para atacar os movimentos sociais, demonstrando que só a mobilização da juventude e dos professores poderá ser capaz de barrar o golpe de Alckmin na educação.

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